Impacto da bicicleta no desempenho

#61
Fiquei admirado em só demorar mais 2 minutos na de BTT.
ou não... visto que tens um tempo em bike de estrada com valor superior.
Para servir de amostragem, fora outros detalhes, terias de ter tambem 3 tempos comparativos na de BTT... isto de forma a estabeleceres uma média por forma a diminuir o "erro" e a leitura estatistica ser mais fiável.

dEpois temos o vento, o cansaço, a disposição... etc... quanto mais dados numa e noutra tiveres para comparara, mais fi´´avel será o "resultado" para uma conclusão. Boas voltas
 
#63
No tópico inicial disse que a transmissão teria pouco impacto.

Mas, revendo, lembro-me um dia que fomos, à loucura (porque fomos sem treino ou condição física), fazer uma volta com cerca de 80km com várias subidas seguidas por diferentes vertentes da Serra de Arga.
Eu já estava no limite quando iniciámos a subida final da Senhora do Minho, cheio de caimbras, quase a desistir. Praticamente estava a arrastar a triban até que apareceu um conhecido com uma MTB.
Trocamos, e como as mudanças eram muito leves, consegui terminar sem pôr o pé no chão.

Conclusão, a transmissão (a relação pedaleira/cassete, não a marca) fez naquele caso toda a diferença e grande impacto -permitiu terminar.
 

cou7inho

Well-Known Member
#65
No tópico inicial disse que a transmissão teria pouco impacto.

Mas, revendo, lembro-me um dia que fomos, à loucura (porque fomos sem treino ou condição física), fazer uma volta com cerca de 80km com várias subidas seguidas por diferentes vertentes da Serra de Arga.
Eu já estava no limite quando iniciámos a subida final da Senhora do Minho, cheio de caimbras, quase a desistir. Praticamente estava a arrastar a triban até que apareceu um conhecido com uma MTB.
Trocamos, e como as mudanças eram muito leves, consegui terminar sem pôr o pé no chão.

Conclusão, a transmissão (a relação pedaleira/cassete, não a marca) fez naquele caso toda a diferença e grande impacto -permitiu terminar.
Não vamos misturar alhos com bugalhos. Transmissões de BTT são super leves. Mas para fazer ciclismo de estrada são uma treta. Eu estou sem a minha fininha há um mês e tenho andado na estrada com a de BTT e é um sofrimento conseguir manter cadencias boas em plano ou descida (em descida fico logo sem relação).
São mundos diferentes, cada um com o seu propósito.
Claro que o ideal, na minha opinião, é cada um ter uma relação pedaleiro/cassete o mais adequado à zona onde mais costuma andar. Por exemplo, uma pessoa que mora numa região plana não precisa de ter uma cassete 11/34. É uma questão de cada um ver o melhor para si.
 
#66
Fazer uma subida a Arga já é dose, várias... :D
Para quem gosta de subir, esta é uma zona muito boa.
Em poucos km, vai-se dos 0 aos 800m e pode-se fazer de várias vertentes. Além disso arranjam-se rampas brutais, e com pouco trânsito.
Subir as Argas por Covas, Cerquido (as 2 variantes), Argéla/Dem, Senhora do Minho (atencao mau piso) e antes disso dar um salto a Santo Antão ou ao Cervo... Com 70-80km fazem-se acumulados significativos. E para quem conseguir fazer a uma boa velocidade, mais difícil ainda.
Outra zona boa é a região espanhola entre la guardia e Baiona. É também uma zona montanhosa junto ao mar, logo com desníveis acentuados e paisagens espetaculares. Tem um final de etapa da Vuelta com uma subida desde Baiona muito boa.
 

Bruso

Well-Known Member
#67
No tópico inicial disse que a transmissão teria pouco impacto.

Mas, revendo, lembro-me um dia que fomos, à loucura (porque fomos sem treino ou condição física), fazer uma volta com cerca de 80km com várias subidas seguidas por diferentes vertentes da Serra de Arga.
Eu já estava no limite quando iniciámos a subida final da Senhora do Minho, cheio de caimbras, quase a desistir. Praticamente estava a arrastar a triban até que apareceu um conhecido com uma MTB.
Trocamos, e como as mudanças eram muito leves, consegui terminar sem pôr o pé no chão.

Conclusão, a transmissão (a relação pedaleira/cassete, não a marca) fez naquele caso toda a diferença e grande impacto -permitiu terminar.
Não só o tamanho do pedaleiro e da cassete mas também a limpeza. Podes salvar muitos watts entre uma transmissão suja e uma limpa.
A compra de uma bike-preço de uma bike não dá para justificar cientificamente. Defines o budget e compras a que mais te agradar.
Haverá pessoal que valoriza mais as rodas, outros a estética, outros a transmissão... O quê que te vai fazer mais rápido? As rodas claramente.
 

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Moderador
Staff member
#68
Para quem gosta de subir, esta é uma zona muito boa.
Em poucos km, vai-se dos 0 aos 800m e pode-se fazer de várias vertentes. Além disso arranjam-se rampas brutais, e com pouco trânsito.
Subir as Argas por Covas, Cerquido (as 2 variantes), Argéla/Dem, Senhora do Minho (atencao mau piso) e antes disso dar um salto a Santo Antão ou ao Cervo... Com 70-80km fazem-se acumulados significativos. E para quem conseguir fazer a uma boa velocidade, mais difícil ainda.
Outra zona boa é a região espanhola entre la guardia e Baiona. É também uma zona montanhosa junto ao mar, logo com desníveis acentuados e paisagens espetaculares. Tem um final de etapa da Vuelta com uma subida desde Baiona muito boa.
Eh lá... Sendo assim ainda vou ter que conhecer algumas! Eu conheço a subida por S. Lourenço/Dem, Covas e Maos (a mais dura de todas).

Essas zonas entre La Guardia e Baiona já ficam demasiado longe para mim... creio que não é possível fazer voltas por aí...
 

edununo

Well-Known Member
#69
Não vamos misturar alhos com bugalhos. Transmissões de BTT são super leves. Mas para fazer ciclismo de estrada são uma treta. Eu estou sem a minha fininha há um mês e tenho andado na estrada com a de BTT e é um sofrimento conseguir manter cadencias boas em plano ou descida (em descida fico logo sem relação).
São mundos diferentes, cada um com o seu propósito.
Claro que o ideal, na minha opinião, é cada um ter uma relação pedaleiro/cassete o mais adequado à zona onde mais costuma andar. Por exemplo, uma pessoa que mora numa região plana não precisa de ter uma cassete 11/34. É uma questão de cada um ver o melhor para si.
Exactamente.
O que mais chateia na de btt em estrada, é mesmo os saltos entre os andamentos da cassete. Acontece muito ir a rolar e sentir a relação pesada, descer uma relação e ficar muito leve. E já agora, vice-versa.
 
#72
Eh lá... Sendo assim ainda vou ter que conhecer algumas! Eu conheço a subida por S. Lourenço/Dem, Covas e Maos (a mais dura de todas).

Essas zonas entre La Guardia e Baiona já ficam demasiado longe para mim... creio que não é possível fazer voltas por aí...
Há sempre a opção de ir de carro até mais perto. Vale a pena. Podes sair em Cerveira.

Santo Antão desde Caminha, é dureza. Muito inclinado. É daquelas que se fazem aos "sss" se não houver pernas ou cassete
 
#73
Sim é uma hipótese, agora varias bicicletas começam a trazer essa dentição, mas nestas coisas nada como umas melhores pernas, ou menos olhos que barriga

E meter o pé no chão não vem mal nenhum ao mundo, descansar ou até voltar para trás, há mais dias para se tentar ou completar