Jorbi

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Vai lá vai...com esta "discussão quem fica a ganhar é a marca referida. Bem ou mal, fala-se nela e isso em Marketing é o mais importante!

Acho que vou ter que cobrar alguma coisa (£) à marca de forma a ajudar este espaço. :cool:
 
olha o sr manuel zeferino agora meter na cabeça fazer uma bike.
E tinha grande sucesso
pela moda toda a gente teria uma zeferino ( que nome bonito ) sem ofensa
pelo menos andaria depressa e bem ( caso mms )

o mesmo acontecia com o venceslau fernandes
e andaria toda a gente com uma venceslau que até rima com pirilau.

é certo que isto é só ironia, mas prova que os nomes nada conta.

Nós portugueses com uma maquina de nome pirilau eramos os maiores.
loool :d .....
 
"Acho que vou ter que cobrar alguma coisa (£) à marca de forma a ajudar este espaço. :cool"



:D:D:D Podia ser que os amigos da jorbi nos pagassem o jersey!!!!:D

Concordo a 1000% com o que o nosso amigo duchene disse.

Abraço
 
O nome em português é Gestão de Marcas, talvez até mais elucidativo que o equivalente inglês.

Mas Sílvio, essa perspectiva redutora do desinteresse pela imagem do produto, implicará que todas as marcas que anualmente investem milhares de euros não só em I&D mas também na renovação da imagem visual dos seus produtos, estão enganadas?

Deverão manter-se à sombra de um produto de qualidade e esperar que isso seja suficiente para cativar todos os potenciais compradores?

Será que mesmo os exóticos fabricantes de relojoaria, que normalmente não fazem publicidade nos canais tradicionais se deixam ficar a dormir à sombra de um mecanismo com 500 ziliões de peças montado por um engenheiro aeroespacial fiando-se que isso é suficiente para fazer subsistir e persistir o negócio?
Não. Mas também não é o nome o que vai fazer esta ou aquela marca. É o conjunto que o faz. O nome é importante mas não é tudo. A qualidade em primeiro lugar e a forma como nos é apresentado esse produto a seguir. O grafismo, a distribuíção ( IMPORTANTÍSSIMO, se calhar até o mais importante), a quantidade de vezes que nos é apresentado o produto, quer visual quer oralmente, etc.

Quantas vezes já sucedeu, determinado artigo ser lançado e por um pormenor qualquer (nome, grafismo, etc), não nos chamar à atenção, mas após uma boa campanha de "marketing" (mais um estrangeirismo), o produto muda aos nossos olhos.
Engraçado. Sempre que sai um novo Clio, nunca os acho bonitos, passado dois meses, já me parecem outro carro. A Renault trabalha bem nesse campo, são mestres.

O que eu não concordo neste tópico é que estamos para já a discutir algo, que depende do gosto pessoal de cada um, que é um nome. temos que nos lembrar que este espaço é uma ínfima amostra dos utilizadores de bicicleta. Conheço muita malta que anda de bike e nunca aqui pôs os olhos nem escreveu uma palavra. Aposto que mesmo aqui, haverá alguns utilizadores a quem o nome nem soa mal e aposto ainda mais, que nos utilizadores de bikes, haverá muita gente que até gosta do nome.
Vou dar o exemplo do Valdemiro mais uma vez. No meu grupo de amigos, a maior parte é consumidor da marca e orgulha-se de o ser. Nome feio? Para alguns sim, mas não generalizem.

Eu gosto do amarelo. Não há muita gente que goste!

Abraço
 
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duchene

Well-Known Member
Não sei que a crítica do enfoque exclusivamente no nome era para mim, mas se reparares já no meu primeiro post neste tópico, há 3 meses, eu referi que o nome era uma das lacunas, em simultâneo com a falta de força da imagem gráfica da marca.

É o conjunto que falha no seu todo, e pessoalmente falham as 2 partes (nome e imagem) a título individual.

O Valdemiro é outro exemplo de como o trabalho só foi feito pela metade. Vende, é verdade. Tem produto de qualidade, é verdade (excepção feita a algumas queixas ultimamente com as pinturas), mas falta-lhe um pequenino passo para se tornar numa marca verdadeiramente interessante.

Se calhar nem é esse o objectivo dele, pode querer manter-se no pequeno negócio e pronto mas, pessoalmente, vejo ali potencial para muito mais, a começar na fabricação caseira e a acabar na história e tradição por detrás do nome dele. Tudo isso poderia ser uma alavanca fantástica para outro campeonato.

Mas ficou algures a meio do caminho...

Com o exemplo do Clio, acabas por ir de encontro aquilo que eu defendo e que que traduz o ciclo de vida do produto.

A fase de introdução caracteriza-se por um alto investimento em termos de meios que permitam ao produto ganhar notoriedade. Ao ganho de notoriedade, a fase de crescimento do produto segue-se a maturação, que é onde o produto está na fase em que gera maiores dividendos.

E nesta fase surge o dilema do produto. Ou se injecta novidade e o produto segue novo ciclo de crescimento e maturação, ou então deixa-se cair o produto e este morre naturalmente.

(explicação completa do CVP na wikipedia Ciclo Vida do Produto)

O que acontece com o Clio e em geral a indústria automóvel, é que os construtores querem definir tendências com alguma antecedência. Daí os carros parecerem estranhos até se entranharem. Mas a estranheza tem de ser acompanhada pela tal fase de bombardeamento que corresponde a uma ambientação e habituação a um novo produto. Mas tudo isso é pensado e programado para levar os consumidores numa determinada direcção, ou pelo menos assim se espera.

Agora temos aqui, e no forum btt, dois instrumentos muito valiosos de pesquisa de mercado, uma vez que o público já está segmentado (utilizadores de bicicletas) e portanto, entre "gosto", "não gosto", "há uma mixórdia de componentes", "são feitos na china", "comprava já uma", etc... há alguns dados importantes que se poderão ir tirando no sentido de ajustar a marca ao que o público alvo espera encontrar nesta oferta em específico.

E o que as marcas/organizações/entidades portuguesas por vezes fazem, é encarar a crítica como uma tentativa de derrotismo. A crítica, quando devidamente fundamentada, é um instrumento de apoio à tomada de decisões e deve ser entendida de uma forma positiva. Independentemente ou não de gerar mudança.
 
Um pequeno aparte.

Digamos que a marca Sapo teve que ser trabalhada "à força".
O que começou como um projecto universitário com um nome estranho (acrónimo de Serviço de Apontadores Portugueses), cresceu de tal maneira que, quando foi comprado pela PT (salvo erro) tiveram que aproveitar esse reconhecimento que o produto, à época, já tinha.

Mas trabalharam-no bem, não há dúvida.

Quem diria que um feio, gordo e lento sapo se poderia tornar numa veloz e esbelta rã :D
 

duchene

Well-Known Member
Então: Se uma marca que foi "adoptada" teve direito a um tratamento de qualidade, porque não fazer o mesmo a um primogénito?
 
As bicicletas que o Tavira usa Bianchi são os Sub 23 e salvo erro algumas de conta relogio, não mandem bitaites e mais algumas equipas que vão ser equipadas com Jorbi ainda não foram devido a atraso da fabrica.

Obviamente que nos estágios a usa!

Os estágios são encontros formais, assim como as competições e há justificações a dar aos patrocinadores!

Agora o resto...

Estranho é que alguns atletas do Tavira não aderiram à Jorbi e continuam a correr com Bianchi! Porque será?
Pensa la bem se alguma equipa profissional usa uma marca de Bicicletas em estágio e outra em provas.

:p

Isso era o cumulo,antes de escrever pensa !!

Ps: Reparem bem nos quadros da Bianchi de estrada e no Jorbis, muita mas mesmo muita parecidos nalgumas gamas.

Off topic: No Nissan Desert 2010 ( Btt ) há uma equipa portuguesa que é patrocinada pela jorbi e corre com elas.
 
Pensa la bem se alguma equipa profissional usa uma marca de Bicicletas em estágio e outra em provas.
Quem disse isto? Não fui eu de certeza absoluta! :p

O que eu quis dizer é que em estágios e em competição são obrigados a usar as bicicletas do patrocinador, mas em treinos individuais o mesmo não acontece!
 
Bom uma coisa é certa. Eu este ano torço pelo Tavira e seus atletas, só por terem a coragem de apostar numa marca nacional.

Força Tavira e força Jorbi!

Abraço
 

A P

New Member
noticia de ultima hora:
falei com o importador e eles estão a pensar fazer á semelhança do incentivo de abate de veiculos, fazer a mesma coisa com as nossas bikes com mais de 7 anos, um abate no preço de 1250€ na compra de uma JORBI nova.

mas só se o palmeiras ganhar a volta a portugal ( e arredores ):p:p:p:p:p:p:p:p
 
Atenção, acho que ninguém está contra ao facto de que a Jorbi possa ganhar a Volta nas mãos (ou nos pedais) do Tavira, antes pelo contrário, até vamos torcer todos para isso, o que estamos a considerar é únicamente o nome e a decoração da bike.
(Só tenho pena é de não ver de novo o Tavira equipada com Bianchi, mas isso é outra conversa.)
 
Boas,

Eu estarei na estrada com a minha t-shirt de apoiante do David Blanco!

E sou da mesma opinião do nosso amigo fuel100, pena ele não passar montado numa Bianchi!

Boas pedaladas
 

A P

New Member
ao match a bianchi vos paga? lol

as jerseys tb são da bianchi?
foram dadas?
:D:D:D:D:D

vcs são mesmo doentes pela bicha

qualquer dia vira o bico ao prego e am vez de bianchi 4 ever
é jorbi 4 ever

um abraço a todos
e não acreditem em nada o que eu escrevi aqui.
mas mesmo assim estamos a contribuir para que um subtopico quase sem sentido passe a ser dos mas vistos e respondidos
 
Eu estive a ver o site da jorbi e fiquei a gostar muito das de BTT :p

era capaz e quem sabe nao compre uma:)..

Sobre equipar o Tavira acho muito bem ser tudo portugues, já é tempo de dar-mos valor ao que é nosso, por isso venham de lá as jorbi que por sinal sao lindissimas.:)
 



Cândido Barbosa, da Palmeiras Resort/Prio/Tavira foi hoje a figura do dia ao vencer a terceira e última etapa da 4ª Volta a Albufeira – Troféu José Martins. Com uma média de 41 quilómetros/hora, Cândido foi imbatível no sprint que teve lugar em Albufeira, depois de pedalar 107.2 quilómetros. O ciclista, pelo segundo ano consecutivo ao serviço da turma tavirense, estabeleceu-se no 9º posto na geral individual, a 1 minuto e 43 segundos do vencedor da prova. Para além da vitória nesta jornada, Cândido triunfou igualmente na classificação dos pontos, o que o fez vestir a camisola verde pelo primeiro posto na geral. A abrilhantar ainda mais o pódio, estiveram os elementos do grupo profissional, já que a classificação geral por equipas manteve-se com as mesmas cores. André Cardoso foi o elemento que subiu mais alto na tabela, em terceiro, a 6 segundos do vencedor, e ficou com a segunda posição no que respeita à classificação das metas volantes. Na vertente de montanha foi Luís Silva quem mais se destacou e foi ele quem trepou para a terceira posição na geral desta categoria.





Por mim pode vir uma Jorbi para a mesa...:) e ja agora outra de BTT:p
 
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