commuting

De repente comecei a olhar para uma coisa que há muito não olhava... A BICICLETA. E o mesmo acontece com a malta "nova". Pulsos, cadências, watts, suplementações e o diabo a 4, mas só olham para ela no acto da compra.... A BICICLETA!!!! :D

Nunca se sintam obrigados a pedalar. Acreditem.... NÃO VALE A PENA. Disfrutem aquela pequena maravilha acima de tudo e sejam felizes com elas. Tratem-nas bem, com carinho e sejam meigos (refiro-me ás bikes páááá ;) ). Elas vão adorar.

! ! ! . . . BOAS PEDALADAS . . . ! ! !
E é isto! Ah, mas alarga aí o espectro às esposas, namoradas, companheiras, amigas ou o que seja...elas também merecem! :)

Quanto à Pelago, a tua é a Stavanger, certo? Acho essa bicicleta muito sóbria e funcional e um verdadeiro tanque de guerra! Usa e abusa! ;)
 
ena chegámos às 100 mensagens.
obrigado pela participação.

Independentemente do propósito o que importa é andar, e isso ficou claro nestas últimas intervenções, com as quais eu concordo.
voltando um bocadinho à minha "vidinha de pobre" aquela situação no colégio do meu filho criou-me um problema para guardar a bicicleta dele.

Quando chego tenho que chamar uma pessoa da escola para ir guardar a bicla numa porta ao lado.
Aparentemente nada de especial, contudo retira toda aquela parte prática da coisa, chegar, prender a bicla, e bazar.... demoram-se mais uns minutos e depende-se de alguém.
Estou chateado ponto final!!!!! ainda por cima a pessoa que deixou o bilhete nem sequer se identificou já que é do prédio podia tê-lo feito e gostaria de falar com ela, para entender as razões.

abraços
 
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obrigado pela participação.

Independentemente do propósito o que importa é andar, e isso ficou claro nestas últimas intervenções, com as quais eu concordo.
voltando um bocadinho à minha "vidinha de pobre" aquela situação no colégio do meu filho criou-me um problema para guardar a bicicleta dele.

Quando chego tenho que chamar uma pessoa da escola para ir guardar a bicla numa porta ao lado.
Aparentemente nada de especial, contudo retira toda aquela parte prática da coisa, chegar, prender a bicla, e bazar.... demoram-se mais uns minutos e depende-se de alguém.
Estou chateado ponto final!!!!! ainda por cima a pessoa que deixou o bilhete nem sequer se identificou já que é do prédio podia tê-lo feito e gostaria de falar com ela, para entender as razões.

abraços
O propósito desse bilhete é implicar...só porque sim. Provavelmente, se conseguisses falar com a pessoa, seria uma "conversa" infrutífera. Ainda assim, apesar de não ser a solução ideal, a escola prontificou-se a arranjar uma alternativa, o que já é de louvar.
 
Alguém falou aqui dos cães vadios, há que ter cuidado, agora ir ao soalho por causa de um gato...só eu.
Até fiquei com pelos de gato na barriga...terno mais marado de sempre :)
 
Alguém falou aqui dos cães vadios, há que ter cuidado, agora ir ao soalho por causa de um gato...só eu.
Até fiquei com pelos de gato na barriga...terno mais marado de sempre :)
 
Excelente artigo!!! Obrigado pela partilha! Excelente exemplo por parte dos cidadaos portuenses e claro, enche-me de orgulho, gosto de ver o lado inteligente da nossa invicta!

Mas tive imensa pena de ver o senhor professor sem capacete!!

Ser so ambientalista nao chega!! e preciso ser responsavel e fazer com consciencia e bem feito!

O mesmo para o skateboarder!! Mas esse ai, deixo para os skateboarders, ja nao e comigo!

ja como ciclista e sendo esse o unico exemplo que foi dado da nossa comunidade, acho que e uma pena!! E e um mau exemplo! E bastava ter um capacete na cabeca como o banqueiro da trotineta para passar de um mau exemplo, a um bom exemplo!! Mas o senhor professor concerteza sabera mais que eu!

da para ver muito bem, que esta naquela idade, daquela crise em que, por muito que se lhe diga, ja nao ha nada a fazer!! ;)

grande abraco...
 

Paulofski

Well-Known Member
A tua "reprimenda" terá a sua razão, mas tal como o Ricardo o faz, eu no meu commuting deixo o capacete em casa.

O assunto tem a sua polémica, merece discussão e argumentação cuidada. Do ponto de vista da segurança parece claro, proteger um crânio de qualquer forma não pode ser uma coisa inútil. É uma tendência surgida no mundo do ciclismo profissional, há coisa de três décadas. A adrenalina da competição, a velocidade, os cleats nos sapatos, aumentam o risco de queda, e daí advém a maior probabilidade de traumatismo craniano. Em Amesterdão ou em Copenhaga a maioria não usa capacete. No seu modo de vida os nórdicos não vêem a necessidade do uso do capacete como indispensável para a sua segurança.

Podemos debater os prós e os contras do uso do capacete por tempo indeterminado. Nenhum dos dois lados vai convencer o outro porque este debate não se baseia na lógica. Ele é baseado em convicções e preferências pessoais. Andar de bicicleta é conveniente, divertido, oferece muitos benefícios para um indivíduo e para a sociedade. Desencorajar o uso da bicicleta exigindo a todos a usar um capacete derrota todos os aspectos positivos do ciclismo. Nesse sentido é contra-produtivo.

Eu reconheço que um capacete protege a cabeça. Não precisam de me bombardear com pseudo-evidências científicas que um capacete pode de facto proteger a cabeça. Em jeito de justificação, eu uso sempre o capacete quando o considero apropriado, quando me transmite maior segurança em pedaladas mais radicais ou em percursos de maior velocidade. Eu não sou exemplo neste aspecto mas tendo a favorecer a liberdade pessoal, sempre que possível.
 
A tua "reprimenda" terá a sua razão, mas tal como o Ricardo o faz, eu no meu commuting deixo o capacete em casa.

O assunto tem a sua polémica, merece discussão e argumentação cuidada. Do ponto de vista da segurança parece claro, proteger um crânio de qualquer forma não pode ser uma coisa inútil. É uma tendência surgida no mundo do ciclismo profissional, há coisa de três décadas. A adrenalina da competição, a velocidade, os cleats nos sapatos, aumentam o risco de queda, e daí advém a maior probabilidade de traumatismo craniano. Em Amesterdão ou em Copenhaga a maioria não usa capacete. No seu modo de vida os nórdicos não vêem a necessidade do uso do capacete como indispensável para a sua segurança.

Podemos debater os prós e os contras do uso do capacete por tempo indeterminado. Nenhum dos dois lados vai convencer o outro porque este debate não se baseia na lógica. Ele é baseado em convicções e preferências pessoais. Andar de bicicleta é conveniente, divertido, oferece muitos benefícios para um indivíduo e para a sociedade. Desencorajar o uso da bicicleta exigindo a todos a usar um capacete derrota todos os aspectos positivos do ciclismo. Nesse sentido é contra-produtivo.

Eu reconheço que um capacete protege a cabeça. Não precisam de me bombardear com pseudo-evidências científicas que um capacete pode de facto proteger a cabeça. Em jeito de justificação, eu uso sempre o capacete quando o considero apropriado, quando me transmite maior segurança em pedaladas mais radicais ou em percursos de maior velocidade. Eu não sou exemplo neste aspecto mas tendo a favorecer a liberdade pessoal, sempre que possível.
Amigo Paulo, muito humildemente, os meus sinceros Parabens!

Pois acho que escreves, "Imensamente muito bem!".

grande abraco...
 
A tua "reprimenda" terá a sua razão, mas tal como o Ricardo o faz, eu no meu commuting deixo o capacete em casa.

O assunto tem a sua polémica, merece discussão e argumentação cuidada. Do ponto de vista da segurança parece claro, proteger um crânio de qualquer forma não pode ser uma coisa inútil. É uma tendência surgida no mundo do ciclismo profissional, há coisa de três décadas. A adrenalina da competição, a velocidade, os cleats nos sapatos, aumentam o risco de queda, e daí advém a maior probabilidade de traumatismo craniano. Em Amesterdão ou em Copenhaga a maioria não usa capacete. No seu modo de vida os nórdicos não vêem a necessidade do uso do capacete como indispensável para a sua segurança.

Podemos debater os prós e os contras do uso do capacete por tempo indeterminado. Nenhum dos dois lados vai convencer o outro porque este debate não se baseia na lógica. Ele é baseado em convicções e preferências pessoais. Andar de bicicleta é conveniente, divertido, oferece muitos benefícios para um indivíduo e para a sociedade. Desencorajar o uso da bicicleta exigindo a todos a usar um capacete derrota todos os aspectos positivos do ciclismo. Nesse sentido é contra-produtivo.

Eu reconheço que um capacete protege a cabeça. Não precisam de me bombardear com pseudo-evidências científicas que um capacete pode de facto proteger a cabeça. Em jeito de justificação, eu uso sempre o capacete quando o considero apropriado, quando me transmite maior segurança em pedaladas mais radicais ou em percursos de maior velocidade. Eu não sou exemplo neste aspecto mas tendo a favorecer a liberdade pessoal, sempre que possível.
Ainda por cima com um capacete tão bonito...não te entendo!
 
Eu desde à muitos anos desloco me para o trabalho de bicicleta. Vou almoçar na bicicleta e no final do trabalho vou dar a minha volta quando me apetece. Para trabalhar no total faço cerca de 12klm!
Reparo mesmo que quando ando de mochila às costas e calças de ganga os carros respeitam mais, tipo:"vai ali o pobre rapaz trabalhar... Convém não atropelar"... Quando ando equipado a conversa é outra claro!

Recentemente tive em duas cidades da Alemanha mas na que estive mais tempo, em Hamburgo, o uso da bicicleta é de uma dimensão absurda... O tempo lá não ajuda nada mas as pessoas usam e abusam do uso da bicicleta com os alforges ou simplesmente com a mochila.
A verdade é uma, as estradas lá permitem porque há as estradas para os veículos e há os passeios ao longo de toda a cidade que são em parte para peões e o resto designado para a bicicleta.
Nas viragens os condutores estão sempre atentos aos peões ou bicicletas não sei se porque as leis são fortes para quem não cumprir ou então é puro civismo e respeito pelo próximo!

Aqui nunca será assim e mesmo para quem usa a bicicleta para ir trabalhar haverá sempre a falta de respeito, especialmente pelo ciclista que vai equipadinho e a brilhar... O transeunte de roupa velha e pasteleira terá sempre respeito dos carros.
 

fcsaimon

Well-Known Member
Agora também ando a fazer comute duas vezes por semana pelo menos. Quando o calor voltar, quero tentar fazer 3 a 4 por semana ou aumentar a distância. O meu trabalho obriga-me no mínimo a fazer 50km. 25 km na ida e 25 km a voltar.

O mais difícil tem sido o frio que às 7.30h só me apetece é pegar no carro. :D
E ainda não chegou o Inverno... Quando é assim é roupa para cima e siga.
 
Agora também ando a fazer comute duas vezes por semana pelo menos. Quando o calor voltar, quero tentar fazer 3 a 4 por semana ou aumentar a distância. O meu trabalho obriga-me no mínimo a fazer 50km. 25 km na ida e 25 km a voltar.

O mais difícil tem sido o frio que às 7.30h só me apetece é pegar no carro. :D
então quando começar a chuvinha da boa...ainda te vai apetecer mais pegar no carro. :D
 
ena chegámos às 100 mensagens.
obrigado pela participação.

Independentemente do propósito o que importa é andar, e isso ficou claro nestas últimas intervenções, com as quais eu concordo.
voltando um bocadinho à minha "vidinha de pobre" aquela situação no colégio do meu filho criou-me um problema para guardar a bicicleta dele.

Quando chego tenho que chamar uma pessoa da escola para ir guardar a bicla numa porta ao lado.
Aparentemente nada de especial, contudo retira toda aquela parte prática da coisa, chegar, prender a bicla, e bazar.... demoram-se mais uns minutos e depende-se de alguém.
Estou chateado ponto final!!!!! ainda por cima a pessoa que deixou o bilhete nem sequer se identificou já que é do prédio podia tê-lo feito e gostaria de falar com ela, para entender as razões.

abraços
Salut
Armado em advogado do diabo recordo a lengalenga "Se um elefante incomoda muita gente, dois...".
O problema não é uma amostra de bicicleta, é o precedente. Imagina, daqui a uns anos, quando os outros pais começarem a seguir o teu exemplo, o átrio todo atulhado...
 
Last edited by a moderator:
Olá, este tema, (e tópico) também me tem deixado pensar, e decidi que vou começar a fazer o percurso tabalho-casa de bicicleta, de vez em quando. Inspirei-me também com o Strava do @Bernalve ;)
Como não tenho chuveiro etc no trabalho e não gosto de chegar suado logo de manhã, decidi que vou de comboio, como normalmente, e volto para casa de bike. Ainda só o fiz 2 vezes e são cerca de 17.5km porta-a-porta.

Para mim tem 2 vantagens:
1- como durante a semana só consigo dar voltas depois de já estar tudo a dormir em casa, assim chego a casa ligeiramente mais tarde mas com uma volta feita. E por norma é feita com menos frio também nesta altura.
2- Faço um percurso diferente do que faria à noite normalmente pela minha zona, e é um pouco maior que o que faria também.

As desvantagens no meu caso são:
- o piso não é grande coisa entre Cais do Sodré e Algés, piorado pela pouca iluminação geral da minha luz e ambiente. Desvios e atenção redobrada necessários.
- o transito nervoso intenso de regresso a casa, que não se compara com o que costumo apanhar nas horas que ando normalmente. Chato e desagradável.

Agora é ver se adapto a esta ideia e se consigo fazê-lo pelo menos 1 vez por semana!

Abr