“Life is too short for any man to hold bitterness in his heart“—Marshall Taylor

#4
Fiquei admirado com essa publicação na UCI pois é do conhecimento geral que nesse tempo não havia despistagem de DROGA e eles andavam tão ATACADOS de DROGA que até alguns explodiam internamente .

Este , com o devido respeito pela máquina humana era adepto da NITROGLICERINA , portanto ; é muito chato hoje a UCI banir atletas pelo consumo de DROGAS e comparar record´s antigos sem saber o que os motivou , a não ser que daqui a cento e tal anos possamos ver nas páginas da UCI o reconhecimento dos ciclistas que a mesma tem banido atualmente , pode ser que tenham entretanto descoberto o elixir da vida longa , gostava de ver ...



 

jocarreira

Well-Known Member
#5
O reconhecimento não é feito tanto pela performance do homem mas sim pelo que ele passou por ser negro. Estar a falar de doping é desvalorizar esta história.

Matters only got worse when he went to Savannah, Georgia, to train during the winter. While working out on the road, he easily beat a group of white riders, who promptly sent him a letter.

Dear Mr. Taylor,
If you don't leave here before 48 hours, you will be sorry. We mean business - clear out if you value your life.

White Racers

A crude picture of a skull and crossbones was added.
 

zorza

Well-Known Member
#6
jocarreira said:
O reconhecimento não é feito tanto pela performance do homem mas sim pelo que ele passou por ser negro. Estar a falar de doping é desvalorizar esta história.
Sim, a história é fantástica. Realmente, Homens houve que passaram por situações incríveis!
 
#7
O significado desta historia está no titulo do topic que reflete as palavras de Taylor.....os seus records não são os numeros ou prestações fisicas mas sim continuar a combater contra aquele cancro que é o racismo...estas palavras fazem lembrar-me as palavras de Mandela que dizia: "If you want to make peace with your enemy, you have to work with your enemy. Then he becomes your partner."
..e olhem que o apartheid não acabou há 200 anos...mas no 1994!! bem longe da epoca do Taylor...isso sim que é incrível!!.
 

JPLopes_73

Well-Known Member
#9
Boa noite,

por mais vezes se demonstrou que em idênticas oportunidades o genes african têm supremacia desportiva em muitas modalidades, especialmente as de carateristica mais fisica.
O ciclismo é mais uma delas ... surgem uns gajos ... algo bronzeados a despontar ... quando lhes dão oportunidade ...

Há bem pouco tempo ... quem se lembra desta equipa convidada para o Tour que chegou a carregar a
chemise aux petit pois ...

49. ERITEKLEHAIMANOT Daniel 219 MTN-QHUBEKA
http://www.letour.fr/le-tour/2015/fr/etape-9/classements.html
 
#11
As oportunidades fazem toda a diferença ... será que em 2016 veremos no Tour de France a equipa Kenyan Riders? http://www.kenyanriders.com/our-cyclists/

Só posso acreditar que o mundo mudou quando o ciclismo for um espaço de competição para todos/as (não percebo porque as competições ao mais alto nivel não dão o devido destaque às mulheres desvalorizando-as com a falta de divulgaçao na televisão e nestas equipas femininas raramente vemos mulheres de raça negra; para não falar da inexistência de equipas femininas africanas). As mulheres de bicicleta só aparecem em calendarios de garagens duvidosas.

Se um negro a pedalar, ainda é motivo de estranheza em pleno seculo XXI, imaginem uma mulher negra sozinha a pedalar centenas de quilometros, muitos deles noturnos e bem disfarçada, sem roupinhas cor de rosa, para atrair o minimo de atenções