As substâncias podem ser proibidas, mas não haver ainda método para as detectar. Não podem é ser punidos por coisas que não eram proibidas na altura em que as tomaram.
De qualquer forma, isto não me parece ser o caso que se passa em Portugal. Aliás, depois das conversas todas que se viram entre membros da w52, as equipas portuguesas parecem muito pouco sofisticadas para andarem com drogas novas. Ainda por cima problemas com passaporte biológico... já só mesmo cá é que ainda alguém é apanhado com isso.
Não é assim tão simples @Carolina... O pessoal vai até onde deixam ir. Se tu praticaste alguns métodos ilegais em 2018 ou 2019, foste controlada e não foste notificada, partes do princípio que nada do que fizeste foi detetado. Isso dá uma sensação de que estão a fazer as coisas bem. Se estás a fazer bem, vais continuar a fazer e até vais passar a palavra de como se faz bem. Se a "fatura" vem 5 anos depois corremos o risco de acabar com o ciclismo em Portugal...
Basta ver o que aconteceu com o diprofos... durante carradas de anos era mato no pelotão, até que um dia decidiram suspender alguns atletas. A partir daí a sua utilização mudou muito...
Eu defendo que as consequências devem ser implacáveis mas enquadradas no tempo. Não acho razoável estarem 4 ou 5 anos desfasadas entre o ato ilícito e notificação.