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Tópico: para a crise

  1. #1
    Sempre a subir! Avatar de ivan
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    Predefinido para a crise



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    para ganhar forcas contra os pacotes do governo e amigos

  2. #2
    Sempre a subir! Avatar de Figueiredo
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    Predefinido Era uma vez...

    Era uma vez a idade da reforma aos 62 anos...
    Era uma vez o Plano Poupança Habitação...
    Era uma vez o Plano Poupança Reforma...
    Era uma vez a isenção de Contribuição Autárquica...
    Era uma vez o subsidio de apoio a natalidade...
    Era uma vez o SUBSIDIO DE NATAL...
    Era uma vez...

    Estou a escrever este post para que o meu filho cresça a saber que já vivemos num Pais diferente...
    Apesar de me considerar ainda um jovem adulto de 36 anos a vida levou a que começasse a trabalhar aos 16 ou seja já levo 20 anos de trabalho as costas sem interrupcoes os meus descontos sao feitos religiosamente todos os meses, nunca tive uma baixa felizmente nem sei o que e ter que recorrer ao subsidio de desemprego... mas cada vez mais sinto uma tremenda injustiça...
    O sacrifício e pedido sempre aos mesmos, quem não faz nenhum ou foge por onde pode ao fisco NÃO declaram o sub. de Natal por isso adivinhem quem vai pagar mais uma vez!!!

  3. #3
    Sempre a subir! Avatar de pantani
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    Ainda vai ficar pior.
    Não tenho pena nenhuma de quem votou nestes PALHAÇOS.

  4. #4
    Nem sabe o que é uma bicicleta
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    Mas desculpa lá pantani.
    Quem querias no governo ??
    O Sr. Eng Sócrates ??

    Merd@ por merd@ ao menos tenta se outro cheiro.

    E outra coisa podem ser medidas menos boas, mas pode ser que evitem que Pt chegue ao estado que está a Grécia.

  5. #5
    Sempre a subir! Avatar de jnap
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    Eu sou uma pessoa relativamente nova, mas fico triste ao reparar o que a incompetência de muitos governantes está a conseguir destruir em tão pouco tempo, os direitos e regalias que levaram em alguns casos décadas a obter...
    Pois o que muitas pessoas não se recordam é que "eles" estão a roubar-nos directamente do bolso e do nosso suor, pois o 13 mês todos nós temos direito a ele, pois corresponde a trabalho, pois cá em Portugal o mês é "feito" de 4 semanas e se verificarmos com os 12 meses do ano temos 48 semanas, o ano tem 52, ou seja andamos pelo menos 2 semanas a trabalhar de graça isto se eles "só" cortarem metade do subsidio de Natal/13 mês...

    Por isso em alguns países o ordenado é pago à semana...

  6. #6
    Sempre a subir! Avatar de pantani
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    Enquanto não houver coragem de virar á esquerda, e votar em quem está nas portas das fábricas, a lutar pelos direitos dos trabalhadores, isto não vai a lado nenhum.
    Mas quando são despedidos com ou sem justa causa, lá vão até á CGTP ( que é de esquerda ) bater á porta como coitadinhos.

    Cada um tem aquilo que merece!

  7. #7

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    jnap,

    um mês é feito de 30 dias, 31 ou 28 ou 29 (em Fevereiro). Cada pessoa é paga ao mês, ao fim desses +/- 30 dias. Pelo menos eu nunca ouvi ninguém a dizer que era pago às 4 semanas, mas sim aos 30 ou 31 dias.

    Quando falam no 13º mês ou no subsídio de férias, estamos a falar de +30 dias. Ou seja, na realidade o trabalhador nacional recebe o seu rendimento anual repartido por 14 vezes, recebendo em 2 meses (normalmente Junho e Dezembro) salário a dobrar. Mas isto não é mais que fruto do seu trabalho, apenas repartido em 14 vezes ao ano em vez de 12 vezes (12 meses). Isto são as contas que se fazem por cá. Se não existissem estes subsídios, as pessoas recebiam praticamente o mesmo ao fim do ano, mas repartido pelos 12 meses (como acontece no resto do mundo). Existem várias empresas (mesmo em Portugal) que perguntam aos funcionários sobre como preferem receber estes "subsídios": se agendados, se repartidos pelos 12 meses.

    Retirar parte do "subsídio de Natal/13º mês" não é mais do que retirar ao ganho anual de um trabalhador 1/14.

    Tudo isto para dizer que 13º mês e o Sub. de férias fazem parte do salário das pessoas, não são um extra.

    Quanto ao corte no subsídio de Natal, tanto como foi anunciado hoje: será cortado o diferencial acima do salário mínimo (485€) em 50%. Ou seja, quem fosse receber 585€, recebe: 585- (585-485)/2 = 535€.

    Não estou com isto a dizer que aprovo, apenas a tentar elucidar, porque hoje só se ouviu falar em 50% do subsídio de Natal.

    Ainda não percebi essas história de se trabalhar 2 semanas de graça. Como é que um trabalhador a recibos verdes consegue essa façanha (por exemplo)?

  8. #8
    Sempre a subir! Avatar de jnap
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    @Jepas
    As contas do 13 mês que eu referi, é que em média todos os meses têm 4 semanas e mais uns dias, sendo assim chegamos ao fim do ano com 48 semanas (12x4), e um ano tem 52 semanas, ou seja perdem-se aqui 4 semanas... A resposta das 2 semanas de graça tem a ver com metade do subsidio de Natal, ou seja, 2 semanas...
    Info sobre o 13 mês retirado de outro site:
    Os ingleses pagam à semana e claro, administrativamente é uma seca! Mas ... diz-se que há sempre uma razão para as coisas! Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa. Que é esta que constroi mitos paternalistas e abençoados que a malta mais pobre, estupidamente atenta e obrigada, come sem pensar!
    Uma forma de desmascarar os brilhantes neo-liberais e os seus técnicos (lacaios) que recebem pensões de ouro para nos enganarem com as suas brilhantes teorias...

    Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º mês.

    Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.

    Perguntarão porquê.

    Respondo: Porque o 13º mês não existe.

    O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista,
    e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.

    Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.

    Suponhamos que você ganha € 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses,
    você recebe um total de € 8.400,00 por um ano de doze meses.

    € 700*12 = € 8.400,00

    Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º mês.

    € 8.400,00 + 13º mês = € 9.100,00

    € 8.400,00 (Salário anual) + € 700,00 (13º mês) = € 9.100 (Salário anual mais o 13º mês)

    O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.

    Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer umas simples contas
    que aprendeu no 1º Ciclo:

    Se o trabalhador recebe € 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana € 175,00.

    € 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = € 175,00 (Salário semanal)

    O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos € 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será € 9.100,00.

    € 700,00 (Salário semanal) * 52 (número de semanas anuais) = € 9.100.00

    O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º mês

    Surpresa, surpresa ? Onde está portanto o 13º Mês?

    A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse facto simples.

    A resposta é que o patrão lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias,
    outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas)
    o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

    No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.

    Se o governo retirar o 13º mês aos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.

    Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes. Não existe nenhum 13º mês.
    O patrão apenas devolve o que sorrateiramente lhe surrupiou do salário anual.

    Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.

    Em relação às tuas contas, não sei se será bem assim, lê aqui no JN, nem para eles ainda está claro...
    Última edição de jnap : 30-06-2011 às 23:04 Razão: Quote

  9. #9

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    Antes de ser estabelecido o pagamento destes 2 subsídios, as pessoas recebiam num ano X dividido por 12 vezes.
    Depois, com os subsídios passaram a receber X dividido por 14 vezes. Ao fim do ano continua a ser X.

    Em média os meses têm 30,4 dias e que eu saiba todos recebem mensalmente, ou seja, ao fim de 30 ou 31 dias (consoante o mês).

    Não percebo o problema de quem escreveu esse texto.

  10. #10
    Já se equilibra aos poucos Avatar de helio69
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    Jnap, aqui estou com o Jepas... Essas contas estão mal feitas pelo simples princípio de que não podem ser feitas dessa forma, isto é, estamos a trabalhar com valores incorrectos.

    Ao dividir um mês por quatro semanas, o rapaz inteligente que fez essas contas, esqueceu-se que o mês nunca tem quatro semanas, mas sim mais. Serão sempre quatro semanas e alguns dias, ou mesmo cinco semanas. O que acontece é que ele ao fazer as contas a quatro semanas por mês retirou da equação alguns dias do mês, o que dividindo o salário mensal por apenas 4 semanas aumenta, desde logo, o salário semanal de forma artificial.

    A forma correcta de fazer as contas é dividir o tal ordenado anual, sem os subsídios (ou com eles se quisermos contar esse valor como salário ordinário), pelo número de semanas que tem o ano, que é algo como 52,14 semanas. Esta conta vai dar um salário semanal de 161,10€, e não os bem mais altos 175€!

    Eu também já vi contas em que chegamos à conclusão, errada, que apenas trabalhamos 20 ou 30 dias por ano. Também graças a contas mal feitas.

    Afinal, quem escreveu o artigo que acabas de transcrever não é assim tão inteligente quanto afirma. Aliás, nem sequer aprendeu tudo quanto devia na quarta classe.

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