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Tópico: Para a malta que não gosta de parar nos vermelhos

  1. #51
    A pedalar desde... Avatar de rbrunomarques
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    13-07-2015
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    Uso obrigatório do capacete...vai fazer correr muita tinta..

    Sou apologista de uma educação cívica nas nossas vias publicas (estradas) ..mas para todos os intervenientes..condutores...motociclistas...cicli stas e peões..
    Houve um grande aumento nos últimos anos de pessoas a pedalar , nos montes e nas vias publicas.
    Também vejo cada vez mais pessoas a correr nas bermas
    Não estávamos habituados a ver tantos ciclistas de fim de semana nas estradas...nos trilhos...como também corredores.

    A adaptação tem o seu tempo..
    Todos erramos e muitos de nós fazemos parte de todos os intervenientes(a mesma pessoa pode ser condutor...motociclista...ciclista e peão).
    Mais e melhor publicidade nas nossas TV´s e outros meios de comunicação.
    Mais autoridades a fiscalizar...

    E depois o capacete deixar estar como está...que está muito bem...na minha humilde opinião

  2. #52
    Nem sabe o que é uma bicicleta
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    Também me revejo em vários dos pontos que o fernandes_85 apontou.

    Uma coisa é certa. O PENSE teve já o mérito de, com o estudo da obrigatoriedade do capacete em concreto, colocar o pessoal a discutir e a debater assuntos importantes. Além disso acho também interessante que se conheçam as várias realidades que os utilizadores de bicicleta enfrentam, que são bastante diferentes de país para país, de região para região e de cidade para cidade.

    Assim, não devemos considerar como válidas apenas as nossas experiências empíricas, até porque a forma como andamos de bicicleta, assim como o meio em que andamos, é bastante diferente e afetado por muitas variáveis.

    De resto, bom debate!

  3. #53
    Sempre a subir! Avatar de Rapido
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    24-05-2015
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    Mig estou a 200℅ com a tua opinião. A lógica do capacete é exatamente a mesma do cinto de segurança e o estado tem a obrigação de zelar pela saúde pública como já o fez em muitas outras ocasiões.

  4. #54
    Sempre a subir! Avatar de Carolina
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    21-10-2013
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    Citação Post Original de rbrunomarques Ver Post
    A adaptação tem o seu tempo..
    este ponto é importante e o caso australiano é bastante relevante por cobrir um longo período. têm a lei de obrigatoriedade à uns 20 anos. ao inicio deu-se um decréscimo enorme de utilizadores de bicicleta (40% se bem me lembro) e este número não sofreu grande alterações. as pessoas preferiram deixar de andar de bicicleta a ter de usar capacete.

    agora seria preciso analisar se as pessoas que deixaram de andar de bicicleta passaram a ser menos activas e se, com isso, desenvolveram algum problema de saúde. depois era comparar este número com o número de lesões evitadas pelo uso do capacete.

  5. #55
    Já se equilibra aos poucos
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    31-01-2012
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    Mig, disseste tudo...

    Apenas partilho uma história que vivi há muitos anos e que, desde então, me levou a usar capacete e, neste momento, a sentir um desconforto (do tipo "falta-me algo") sempre que dou uma volta na rua, nem que seja para afinar a bicicleta. Quando tinha uns 14 anos, era um índio autêntico. Bicicleta de btt, quadro de aço, mania de dar uns saltos, equipamento de proteção nem vê-lo. Gostava muito de ir ver a malta do BMX numa pista de Coimbra, na Quinta da Boavista. Um dia, depois da malta ter saído toda da pista, decidi ir com um amigo meu dar uma volta, para experimentar a sensação. A coisa durou pouco e o pior aconteceu, da maneira mais estúpida. Tentei subir a "rampa de lançamento" mas não consegui porque ia numa mudança muito pesada; tive que meter os pés no chão; aquilo era tão inclinado, que acabei por começar a andar para trás e, parvo, meto a mão no travão de trás. A bicicleta levantou a roda da frente, desequilibrei-me e acabei no chão. Só senti o estrondo e adormeci...Acordei com o meu amigo aflito. Levou-me até casa, fui a andar apoiado com os braços no guiador. Posso dizer-vos que não me lembro de grande parte do caminho. Começaram os enjoos pouco depois e tive que ir para o hospital. Traumatismo craniano. Conclusão: de uma brincadeira que ainda nem tinha começado resultou um tombo, posso dizer, ligeiro, que me levou para o hospital. Garantidamente, o resultado seria diferente se levasse capacete. Desde então, nunca mais saí de casa sem o "casco" na cabecinha.

  6. #56
    Sempre a subir! Avatar de Skyforger
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    26-12-2013
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    Citação Post Original de MigC77 Ver Post
    Todos os que estamos aqui a escrever usamos capacete no dia a dia mas alguns estão contra a obrigatoriedade do uso…

    Sinceramente muitos vem esta questão desde um prisma muito estranho… quando vejo afirmações que dão a entender que é o lobby dos automobilistas que está por detrás da obrigatoriedade do capacete e afins… acho que alguns devem andar nesta vida a ver passar os carros eléctricos! Qual é o racional? Assim os automobilistas já podem atropelar um ciclista mais à vontade porque com um capacete pode ser que não fique tão mal????

    Meus caros o capacete é um dispositivo de protecção pessoal. Mais nada do que isso. Não é o mundo que fica mais seguro. É quem o usa que fica mais protegido e não vale a pena andar a fazer mais telenovelas à volta disto. O estado quando toma esta decisão toma-a baseado no impacto que o uso (ou não) do capacete tem na saúde pública. Baseado em relatórios e estatísticas de sinistros envolvendo velocípedes. Toma-a também de forma interessada e calculista. Se se minimizarem os custos em despesas hospitalares e pensões por invalidez melhor para o estado.

    @fernandes_85 relê lá os teus pontos… contradizes-te a ti próprio e matas toda a tua argumentação com o que afirmas no ponto 6… No fundo achas que na prática a enorme maioria usa e a lei não muda nada… se é assim qual é o problema?

    Ricardo, Filipe, espero que nenhum de vocês nunca tenha um acidente de bicicleta… Eu já tive alguns que podiam ter sido bem sérios se não fosse um anjo da guarda que devo ter a olhar por mim. Se fosse gato diria que algumas das 7 vidas já tinham ido ao ar… Quando estás numa ala de ortopedia dum hospital ou num centro de reabilitação e fisioterapia, contactas com muita gente que teve acidentes e partilham a sua história. E nessa altura percebes que às vezes nesses trajectos insignificantes e “sem risco” também acontecem grandes azares… Lembro-me da história dum tipo de 20 anos que quando tinha 16 teve uma queda numa scooter quando ia a passar a 20km/h ou nem tanto pelo café da terriola e cumprimentou com um aceno uns amigos. Caiu e desde então tinham passado 4 anos e não sei quantas operações ao joelho duma das pernas. A perna dele era um filme de terror de tantas cicatrizes. Não conseguia andar sem ser com uma muleta. Logicamente o capacete não teria evitado isto, mas se em vez de ser o joelho tivesse sido a cabeça? Se calhar sem capacete nunca teria podido contar a história do acidente a ninguém…

    O que é que é tão incomodativo na obrigatoriedade do uso do capacete? É isto que eu gostava de perceber??? É uma questão estética??? Também vos incomoda a obrigatoriedade de andar com um cartão de identificação? de usar o cinto de segurança? entre outras tantas obrigações que existem… O cinto de segurança também me amarrota a roupa e não é por isso que não o uso! Por essa ordem de ideias e uma vez que se trata duma questão de protecção pessoal também se deveria deixar ao critério de cada um o uso ou não do cinto de segurança num carro ou o uso do capacete num motociclo… etc…
    Miguel, o uso do capacete não me incomoda absolutamente nada...não me despenteia (sou careca), não dá cabo da imagem (já sou feio e já) e até aquece e dá conforto à cabeça. Fora de brincadeiras. Acho que não é comigo nem com nenhum dos users deste fórum, nem como quem usa a bicicleta para fins recreativos e/ou desportivos de uma forma mais intensiva ou usual que te deves preocupar. Acho que esses já usam o capacete por uma questão de princípio, porque se sentem mais seguros, porque já faz parte do equipamento "obrigatório", porque reconhecem que ficam mais seguros. Da minha parte, sempre com capacete e o meu filho igual, até quando anda às voltas no pátio lá de casa. Ou seja, para mim, para ti, ou para tantos outros como nós é completamente indiferente se o uso do capacete deve ou não ser obrigatório, porque já o usamos por uma questão de principio e porque reconhecemos a sua importância.

    O grande desafio está naqueles que usam a bicicleta quando o rei faz anos, está naqueles que usam as bicicletas do bike sharing (que vão aparecendo nas nossas cidades), está nas pessoas, nos velhotes, nos jovens por esse Portugal "real" fora, sobretudo nas áreas rurais, que usam a bicicleta no dia a dia, há décadas e que nunca usaram um capacete. O que achas que acontecerá se, de um momento para o outro, uma lei obrigar toda essa gente a usar um capacete para ir à taberna ou à horta, sob pena de ser sancionado se não o fizer? Ou não cumpre (e depois temos o problema das excepções e do que é ou não um ciclista) ou encosta a bicicleta e vai pé ou...pior...de carro. É isso que queremos? Daí eu acreditar no poder da educação e da consciencialização primeiro e, só depois, na obrigação. Claro que a obrigação, depois da estranheza e resistência inicial, conduz a um hábito (aconteceu com os cintos de segurança, com os capacetes nos motociclos, com os sistemas de rentenção para crianças, etc..), mas acho que não podemos comparar o potencial de risco do não uso de um cinto de segurança num automóvel com o não uso de um capacete numa bicicleta a circular a 10 km/h. Claro que os acidentes acontecem, mas um traumatismo craniano tanto se arranja numa queda inofensiva de bicicleta, como numa escorregadela escadas abaixo. Vamos obrigar os peões a usar capacete?

  7. #57
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    Viva!

    Uso capacete, e tenho seguro (recebi o cartão 2017 da FPC esta semana).

    Obrigatório, não. Nos menores talvez... preferia sensibilização. E tenho lá 2 guardados para mais tarde recordar.

    Quanto ao ciclista (tio manel) e ao Ciclista (pro), não vejo como controlar?? Não posso ir ao pão de licra?

    Em relação à já mencionada saúde pública... não conheço as estatísticas, mas tenho sérias dúvidas que as despesas do SNS com vítimas de acidentes de bicicleta por falta de capacete esteja no top 10... 20... 30...etc.
    Se é para mudar alguma coisa, porque não incentivo fiscais à utilização e compra de bicicletas, serão certamente mais verdes que os elétricos. Claro que a curto prazo o legislar / coimar será muito mais interessante.

    Uma pequena divagação, e que tal diminuir portagens? Eventualmente menos viaturas nas nacionais (se nas SCUT as receitas aumentaram com as reduções das taxas)

    Off-topic: E sempre ajudava à seleção natural.

    Peace
    2stupid

  8. #58
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    Ricardo, acho que em grande parte temos opiniões semelhantes no que toca ao uso do capacete e não me resta qualquer dúvida que valorizas o seu uso tal como eu.

    Começo por achar incorrecto associar o termo segurança ao uso do capacete. Para se pedalar com mais segurança são precisas outras coisas, não é uma lei que obrigue ao uso do capacete que vai aumentar a segurança dum ciclista porque esta depende da envolvente e não apenas do que equipamento que ele usa. O uso do capacete não aporta mais segurança. O capacete é um equipamento de proteção que tem como objectivo proteger o craneo. É de protecção que estamos a falar. Já senti insegurança numa bicicleta e ando sempre de capacete. Mas em caso de acidente ou queda tenho um elemento extra que me protege a cabeça, apenas isso.

    A realidade é que em certos meios, seja pela falta informação, cultura, fiscalização, etc… independentemente da lei as coisas não vão mudar… É como dizes, o Ti Manel que anda de bicicleta há não sei quantos anos não vai mudar os seus hábitos, tal como o Ti Zé que continua a andar na sua Famel sem capacete quando circula pela aldeia… Essa é a realidade do Portugal profundo e não é uma lei que a vai alterar pelo menos não para essas gerações. Agora se a lei vier fomentar o uso do capacete nas gerações mais jovens considero que é algo de muito positivo.

    Também todos nós sabemos que a obrigatoriedade do uso do capacete não tem grande impacto nesses meios rurais de que acabamos de falar. Tem impacto no uso da bicicleta como meio de deslocação para o trabalho. Tem impacto na utilização dos esquemas de bike sharing que existem nas zonas urbanas. Zonas onde o ciclista está mais exposto a riscos externos e onde considero que potencialmente o uso do capacete como equipamento de protecção é mais necessário.

    Sou totalmente a favor que as pessoas levem uma vida o mais activa possível em prol do seu bem estar e saúde mas não sou fundamentalista ao pensar que a bicicleta é o único caminho para atingir esse objectivo. Há muitas formas de levar uma vida activa que não passam pelo uso da bicicleta seja ele diário nos deslocamentos para o trabalho ou ao fim‑de‑semana para “treinar” ou fazer largas tiradas com os amigos. Idealmente as pessoas que usam a bicicleta, deviam ter a consciência que para o seu próprio bem e protecção o uso do capacete é muito importante. Mas a realidade está longe do ideal e por vezes para o próprio bem das pessoas há que impor regras. Acho que quem abdica de andar de bicicleta por causa do capacete é porque realmente não gostava assim tanto de andar de bicicleta!

    Depois de ler muito do que se tem escrito, vislumbro egoísmo em quem defende a não obrigatoriedade do capacete ao utilizar o argumento de que o uso obrigatório do capacete vai tirar ciclistas da estrada, logo ao haver menos ciclistas na estrada esta torna-se mais perigosa para os restantes… Ou seja eu uso capacete porque acredito que é o melhor para mim mas quero lá saber dos outros… desde que andem na estrada aos magotes e com isso eu corra menos riscos!!!

    No exemplo final que colocaste eu discordo do teu ponto de vista, porque para mim o risco quando pedalo não depende apenas da velocidade a que circulo. Depende do meio que me envolve, daquele peão/cão/gato/etc… que se atravessa à minha frente, do carro que me dá um encosto quando passa por mim ou me abalroa numa rotunda/cruzamento… Situações que por muita precaução que tenha escapam ao meu controle. Até te digo mais… se calhar muitos de nós já tivemos mais situações em que precisamos do capacete enquanto pedalávamos do que do cinto de segurança no carro. A questão é sempre a mesma… tu podes ir na tua vidinha devagarinho numa bicicleta, numa mota ou num carro até que um belo dia tens um “azar” devido a um terceiro e é para essas situações que é melhor estar protegido com um capacete, levar o cinto de segurança posto, etc…

    No caso dos peões julgo que o uso de equipamento de protecção não é tão critico porque no exterior efectivamente estes circulam a maioria do tempo numa via “verdadeiramente” exclusiva. Mas sim, azares podem acontecer ainda assim na rua, em casa, na banheira, a descer umas escadas, etc…

    Abraço

  9. #59
    Já se equilibra aos poucos Avatar de fernandes_85
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    Pessoal,
    Obrigado pelo feedback, é sempre bom saber que há mais pessoas que partilham a minha opinião.

    MigC77,
    não percebo a minha alegada contradição, aliás tu próprio no teu último comentário acabas por concordar comigo quando dizes "Começo por achar incorrecto associar o termo segurança ao uso do capacete".
    Correndo o risco de me repetir, o meu racional é este:
    1. Está em discussão pública o PNSR 2020. Isto é, estamos na fase em que os diferentes cidadãos e grupos de interesses (FPCUB, ACP, etc, etc) podem dar contributos que serão ou não tidos em conta para operacionalizar o PNSR 2020. Este PNSR não é mais do que um conjunto de medidas que visam aumentar a segurança nas estradas.
    2. É com o facto da discussão da obrigatoriedade do uso do capacete estar incluida neste conjunto de medidas que eu discordo.
    3. Também acho que o trazer desta discussão para o PNSR não é inocente. Em vez de termos um plano que ataque diretamente as causas da sinistralidade em Portugal, temos várias medidas avulsas e sem grande interligação e interdependência, onde a mensagem fundamental para TODOS os utilizadores das estradas não é forte nem clara.
    4. Não percebo muito de politica, mas nao tenho grandes dúvidas que este status quo interessa aos lobbys dos automoveis e afins, basta ver a discussão que há em Lisboa em torno das bicicletas e ciclovias- Os automobilistas têm medo de ficar sem espaço para acelerar, estacionar e circular e assim atacam demagogicamente as bicicletas.
    5. Assim, não tenho duvidas que este grupos de interesse façam tudo para que o PNSR incida o menos possivel em si proprios. O problema é que assim vai incidir nos utentes vulneráveis (peões, ciclistas, etc). Exemplos: em vez de discutirmos mais fiscalização para velocidade, maior limitação de velocidade em meio urbanos, mais lombas redutoras nas passadeiras, etc etc andamos a discutir o uso do capacete, o seguro das bicicletas, as matriculas, o peão que nao usa casaco refletor etc etc. Em vez de publicidade para andar devagar nas estradas, temos o aviso da BRISA a dizer para ligar quando chegar....

    Para terminar e a titulo de exemplo, para se ver o longo caminho que é preciso fazer para educar este país, estava a ver tv um dia destes e dou por mim a ouvir um advogado na SIC a falar acerca de um acidente em grandola onde morreram lamentavelmente 3 jovens que se despistaram e bateram numa arvore tendo o carro ficado desfeito. O senhor acerca disto disse que Portugal é um país hipocrita porque ha uma lei qq velha que obriga as arvores a distarem 100m da estrada...ou seja, independentemente do que terá acontecido e da causa (não vou especular se velocidade, manobra perigosa ou outra coisa qualquer), o problema para este senhor é numa estrada nacional as arvores estarem perto do estrada. entao e se fosse um peão?? a casa de alguém? 1 ciclista? uma ponte?

  10. #60
    Sempre a subir! Avatar de Bernalve
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    http://www.esciclismo.com/ampliada.asp?Id=25809

    https://www.britishcycling.org.uk/ca...BC-Breakfast-0

    http://www.itv.com/news/update/2012-...otor-vehicles/

    Volto a referir, a bicicleta não é só uma forma de tentar-mos ser atletas, nem sempre é um treino, nem sempre é corrida, nem sempre é um passeio longo de vários km. O meu lema será sempre "Usar a bicicleta de uma maneira natural e espontânea."

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