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Tópico: Para a malta que não gosta de parar nos vermelhos

  1. #71
    Sempre a subir! Avatar de Carolina
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    devia ir praí a uns 15km/h. ia a trocar de faixa!

    tinha daquelas bicicletas de montanha sem suspensão, baratuxas. calças de ganga e camisola. ao menos podia ter a decência de ir visível, com umas faixas ou colecte reflector, mas nem isso.

  2. #72
    Sempre a subir! Avatar de lgass
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  3. #73
    Já se equilibra aos poucos Avatar de h_orvalho
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    sinceramente não conheço ninguém que dê umas voltas de bicicleta ( estrada ou btt ) que não use capacete .
    o mais que vejo é aquele pessoal que vai até "ao café" ou algo do género e não usa, quanto a essas situação acho difícil mudar a mentalidade e a obrigatoriedade só ideia fazer com que se deixe de usar bicicleta

  4. #74
    Já se equilibra aos poucos Avatar de Paulofski
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    Como ciclista e automobilista procuro estar em sintonia com todos. Especialmente quando vou ao volante e vejo bicicletas a entrar na minha linha de acção, dou-lhes prioridade, partilho e alargo o espaço. Na maioria das vezes, não julgo o ciclista de qualquer forma. Não porque esteja à procura de algo em particular quando o observo, apenas utilizo a figura e o seu comportamento para formar algum tipo de opinião. Mas como sabemos o hábito não faz o monge.

    Como ciclista e automobilista saltam-me as estribeiras quando presencio comportamentos arriscados e inconscientes de indivíduos num selim. Alguns fazem coisas tão bizarras que custa imaginar o que estariam a pensar naquele momento. E não falo de ciclistas inexperientes, nem daqueles que estão na via pública como se estivessem no recreio da escola. Falo dos lunáticos que obstinadamente abusam da sorte. Tome-se, por exemplo, o mau exemplo de um fulano que vi certo dia a pedalar em plena A1/IC1 para o Porto. Para meu espanto apercebo-me de um fulano que pedalava na pista de desaceleração para a saída antes da Ponte da Arrábida. Uma via concedida para tráfego que passa a zunir geralmente acima dos 120km/h, embora o limite de velocidade esteja restrito aos 90km/h, não é propriamente o local ocasional para um maganão com idade para ter juízo estar ali a pedalar. Para ser exacto, o gajo não estava a pedalar ao longo da berma, estava no meio faixa de saída, ao cair da noite sem luzes ou reflectores. Poderia isto ser real? Creio ter esfregado os olhos para crer na veracidade daquela visão mesmo à frente dos meus faróis e arrepiei-me quando o carro que circulava entre nós dá uma guinada para a esquerda. Para meu espanto, total e absoluto, o tipo não foi atingido, esquivando-se para a entrada do parque de estacionamento do shopping! E na cabeça levava uma coisa parecida com um capacete, pasme-ce!

    Entretanto fiquei a matutar no que estaria aquele maluco a pensar? E esse é o problema, ele não estava a pensar. De racional o animal não tinha nada, nem parecia consciente do perigo em que se havia metido. Ou estava!? Não observou a sua própria segurança nem a dos restantes. Certamente não apareceu ali sem querer, desde a última entrada na AE, no nó das Devesas, são quase 2km. Teria planeado aquilo como demonstração de chico-espertice, aposta ou qualquer outra forma de loucura, vá se lá saber! Estar sentado em cima de duas rodas, accionadas por um par de pedais, pode parecer algo tão fácil de fazer mas que certamente requer não só prática como noção do que se está a praticar. Apenas pedalar uma bicicleta não se qualifica como ciclista. É preciso ter conhecimento da estrada, valorizar a própria e a segurança de toda a gente. Devemos saber os limites da própria bicicleta. Não é tanto uma questão de dizer às pessoas como ou onde devem pedalar, mas sim um meio de informar que é necessário ter alguma responsabilidade. Queremos que os automobilistas respeitem os ciclistas, que partilhem devidamente a estrada, e para isso devemos dar o nosso exemplo de responsabilidade e de noção onde a bicicleta pode e deve estar.


  5. #75
    Já se equilibra aos poucos Avatar de h_orvalho
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    Casos como esses são excepção, não acredito que isso aconteça regularmente.
    Ponho esse caso em pé de igualdade como os carros que entram em contra mão na autoestrada, não tem a ver com comportamento dos ciclistas.
    Quem faz isso não faz a mínima ideia do que está a fazer , seja a pé de bike , carro, mota, etc

  6. #76
    Sempre a subir! Avatar de pratoni
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    Citação Post Original de h_orvalho Ver Post
    Casos como esses são excepção, não acredito que isso aconteça regularmente.
    Ponho esse caso em pé de igualdade como os carros que entram em contra mão na autoestrada, não tem a ver com comportamento dos ciclistas.
    Quem faz isso não faz a mínima ideia do que está a fazer , seja a pé de bike , carro, mota, etc
    Tiraste-me exactamente as palavras do teclado...

  7. #77

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    Citação Post Original de Paulofski Ver Post
    Como ciclista e automobilista procuro estar em sintonia com todos. Especialmente quando vou ao volante e vejo bicicletas a entrar na minha linha de acção, dou-lhes prioridade, partilho e alargo o espaço. Na maioria das vezes, não julgo o ciclista de qualquer forma. Não porque esteja à procura de algo em particular quando o observo, apenas utilizo a figura e o seu comportamento para formar algum tipo de opinião. Mas como sabemos o hábito não faz o monge.

    Como ciclista e automobilista saltam-me as estribeiras quando presencio comportamentos arriscados e inconscientes de indivíduos num selim. Alguns fazem coisas tão bizarras que custa imaginar o que estariam a pensar naquele momento. E não falo de ciclistas inexperientes, nem daqueles que estão na via pública como se estivessem no recreio da escola. Falo dos lunáticos que obstinadamente abusam da sorte. Tome-se, por exemplo, o mau exemplo de um fulano que vi certo dia a pedalar em plena A1/IC1 para o Porto. Para meu espanto apercebo-me de um fulano que pedalava na pista de desaceleração para a saída antes da Ponte da Arrábida. Uma via concedida para tráfego que passa a zunir geralmente acima dos 120km/h, embora o limite de velocidade esteja restrito aos 90km/h, não é propriamente o local ocasional para um maganão com idade para ter juízo estar ali a pedalar. Para ser exacto, o gajo não estava a pedalar ao longo da berma, estava no meio faixa de saída, ao cair da noite sem luzes ou reflectores. Poderia isto ser real? Creio ter esfregado os olhos para crer na veracidade daquela visão mesmo à frente dos meus faróis e arrepiei-me quando o carro que circulava entre nós dá uma guinada para a esquerda. Para meu espanto, total e absoluto, o tipo não foi atingido, esquivando-se para a entrada do parque de estacionamento do shopping! E na cabeça levava uma coisa parecida com um capacete, pasme-ce!

    Entretanto fiquei a matutar no que estaria aquele maluco a pensar? E esse é o problema, ele não estava a pensar. De racional o animal não tinha nada, nem parecia consciente do perigo em que se havia metido. Ou estava!? Não observou a sua própria segurança nem a dos restantes. Certamente não apareceu ali sem querer, desde a última entrada na AE, no nó das Devesas, são quase 2km. Teria planeado aquilo como demonstração de chico-espertice, aposta ou qualquer outra forma de loucura, vá se lá saber! Estar sentado em cima de duas rodas, accionadas por um par de pedais, pode parecer algo tão fácil de fazer mas que certamente requer não só prática como noção do que se está a praticar. Apenas pedalar uma bicicleta não se qualifica como ciclista. É preciso ter conhecimento da estrada, valorizar a própria e a segurança de toda a gente. Devemos saber os limites da própria bicicleta. Não é tanto uma questão de dizer às pessoas como ou onde devem pedalar, mas sim um meio de informar que é necessário ter alguma responsabilidade. Queremos que os automobilistas respeitem os ciclistas, que partilhem devidamente a estrada, e para isso devemos dar o nosso exemplo de responsabilidade e de noção onde a bicicleta pode e deve estar.

    Tem matrícula!!! Lol...

    Grande abraço...

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