Etiqueta na estrada

lgass

Well-Known Member
#1
a época está quase a acabar e então vamos variar os temas.

já há algum tempo que queria colocar o tópico das boas maneiras na estrada em discussão.

mais para a frente vou dar a minha opinião e o motivo pelo qual queria abrir o tópico.

Para já, fica o tiro de partida:

Quem se portou mal neste caso:

[video]https://www.facebook.com/LBC/videos/10154342690581558/[/video]
 
#4
peão, exagerado, ciclista, errado.

se queremos que os carros respeitem as regras para a nossa segurança, também os ciclistas as têm que respeitar para a segurança dos mesmos, dos peões e até dos carros.
 

Martins

Well-Known Member
#5
Sou um gajo de hábitos estranhos

- De carro ou de bike paro quando vejo alguém aproximar-se da passadeira (de bike fica dificil quando as pessoas se "atiram" para a passadeira)

- Enquanto peão não meto nem um pézinho na passadeira enquanto o carro não estiver parado (já vi que carne contra chapa a carne perde sempre)

Abraço
 
#6
O ciclista está errado. (ponto) Respeitem para ser respeitados!!!!!!

Estou farto de ver situações do género, todo o santo dia, aplicado a todos, ciclistas, peões, automobilistas! Só quem anda na estrada diáriamente é que sabe que é sempre a mesma *****, um egoismo total, a lei do mais esperto para chegar 10 sec mais depressa á próxima rotunda, ao próximo semaforo e parar..enfim.

Eu já desisti á muito tempo, só reclamo em situações limite, e não tenho paciência para andar a educar colegas de duas rodas. Ver um colega parado num semaforo e pedir para desviar para atravessar um vermelho? Mais valia chamarem-me de otário na cara!! E é que não entendem que aquela atitude não os influencia só a eles, mas que se lixe, não é? Vão bater KOM's ou treinar para outro sitio e deixem as pessoas em paz.

Desculpem o desabado mas é saturante tudo isto. Embora devo reconhecer que na generalidade e nos meus trajetos diários cada vez mais os automobilistas tomam as precauções que lhes são exigidas. Não obstante há sempre idiotas, todos os dias..
 
#7
Eu tenho notado alguma mudança para melhor nas estradas portuguesas, isto com umas campanhas na TV em horário nobre, e alguma sinalização na estrada ia ao sitio, mas infelizmente estamos em Portugal e nada se faz.

Passei a semana passada em França a dar umas voltas pela zona dos Pirenéus e a diferença do respeito pelos ciclistas é impressionante, não houve um único carro que não respeitasse a distância de segurança, e por norma todos passam para a faixa contrária ao realizar a ultrapassagem e reduzem a velocidade.

Já a simpatia dos ciclistas franceses é praticamente nula, não cumprimentam ninguém na estrada, contrastando com os muitos Ingleses que encontrei que são muito mais simpáticos.
 
#8
Vão bater KOM's ou treinar para outro sitio e deixem as pessoas em paz.
todos os segmentos no Strava que tenham semáforos, rotundas, sei lá... etc, deverão ser reportados.

Help Strava alert its users of potential danger by flagging segments as hazardous. Be sure to tell us why the segment might be a problem, and we’ll notify users via Segment and Segment Effort pages.

Why should this segment be flagged?
Bad GPS/elevation data or duplicate segment
False or invalid times on the leaderboard
Vehicular traffic, stop signs, stop lights or busy intersections
Construction, poor road quality or other environmental factors
Dangerous descent or unsafe corners
Private or otherwise restricted property
Multi-use or hiking trail
Multi-use path or pedestrian walkway
Posted speed limit unsuitable for competition
Inappropriate or improper name
Other
Additional detail:
 

cutkiller

Well-Known Member
#9
não houve um único carro que não respeitasse a distância de segurança, e por norma todos passam para a faixa contrária ao realizar a ultrapassagem e reduzem a velocidade.
Vai de nós que andamos de bicicleta quando estamos a conduzir o carro, educar-mos quem vem atrás de nós, e mostrar SEMPRE "como se faz".
 
#10
Há dias, por ocasião do dia europeu sem carros, participei numa conferência sobre Mobilidade Sustentável, com um painel de oradores composto por doutos e conceituados investigadores, consultores, autarcas, pensadores e coisas afins...

No meio do muito de interessante (o que não quer dizer correcto) que se foi dizendo e discutindo, uma Exma. Srª. Drª. Engª. Profª pensante e experiente nestas coisas da mobilidade sustentável, e depois de nos ter elucidado com toda uma série de soluções de mobilidade urbana tão fantásticas quanto utópicas quando aplicadas à realidade portuguesa e de nos fazer acreditar, por momentos, que a senhora acreditava realmente no que estava a dizer, eis que se sai com a seguinte preciosidade: "aproveitando a presença na plateia dos senhores agentes da autoridade (comandantes da PSP e GNR locais) não posso deixar de dizer que considero o actual código da estrada uma aberração total pela forma como protege em demasia os ciclistas. É vê-los a ir a namorar aos pares a atrapalhar o trânsito!". Isto foi dito assim e aplaudido pela maioria. Confesso que me ia cuspindo todo! Não satisfeita, ainda somos brindados com algo do género "a convivência entre ciclistas e peões nas ciclovias ainda vai originar acidentes muito graves. Não se pode encher as cidades de ciclovias".

Perante isto, e depois de serem apresentados alguns indicadores sobre a utilização dos meios de transporte nas cidades portuguesas e as questões de mobilidade em que o uso do automóvel cresceu entre 2001 e 2014 da casa dos 60% para os 75% em detrimento do uso da bicicleta, do caminhar e dos transportes públicos que sofreram decréscimos acentuados em igual período (o uso da bicicleta ronda os 1% na maioria das cidades/concelhos portugueses), chega-se rapidamente à conclusão que estamos perante um grave problema de mentalidades. Somente mentalidades e educação! Escusado será dizer que estes mesmos valores invertem-se quando aplicados a um país do norte e centro da Europa, com invernos bem mais rigorosos do que o nosso. Quem apresentou estes dados confessou-se envergonhado quando os mesmos são debatidos com os restantes parceiros europeus. Ninguém percebe o porquê de num país com um clima fantástico para actividades ao ar livre termos 1% de utilizadores de bicicleta nas suas deslocações!

E isto leva-nos à questão do respeitar para ser respeitado, à educação que começa nas crianças e a políticas que não passam primeiro por construir ciclovias, mas sim por construir e moldar mentalidades.
 
#12
Isto fez-me lembrar o caso de uns semáforos em concreto:

Vão na Marginal no vosso ritmo e os carros ativam os semáforos de limite de velocidade. Não há cruzamentos, não há peões, nada. É só mesmo para os carros pararem. Neste caso vocês param?
Eu confesso que não.
 

lgass

Well-Known Member
#13
Isto fez-me lembrar o caso de uns semáforos em concreto:

Vão na Marginal no vosso ritmo e os carros ativam os semáforos de limite de velocidade. Não há cruzamentos, não há peões, nada. É só mesmo para os carros pararem. Neste caso vocês param?
Eu confesso que não.
ora cá está... eu sabia que alguém ia levar o assunto na direção que eu queria.

também confesso que nestes casos não paro... passadeiras, sempre! sinais normais, sempre! controladores de velocidade, só se não conseguir passar...
 

Carolina

Well-Known Member
#14
Isto fez-me lembrar o caso de uns semáforos em concreto:

Vão na Marginal no vosso ritmo e os carros ativam os semáforos de limite de velocidade. Não há cruzamentos, não há peões, nada. É só mesmo para os carros pararem. Neste caso vocês param?
Eu confesso que não.
nos de velocidade só paro se houver carros à minha frente parados, porque não gosto de passar pelo meio.
 

Martins

Well-Known Member
#15
Mais uma vez acho que tenho hábitos estranhos

- Se o sinal vermelho é para parar. Se está vermelho só tenho que parar. Simples assim

Passem vermelhos nas barbas dos automobilistas e depois queixem-se do que eles ficam a pensar tipo "Bando de vândalos que não respeitam nada".

E claro depois vem alguém que todos os dias pega na bike e fica lixado com F

Estou farto de ver situações do género, todo o santo dia, aplicado a todos, ciclistas, peões, automobilistas! Só quem anda na estrada diáriamente é que sabe que é sempre a mesma *****, um egoismo total, a lei do mais esperto para chegar 10 sec mais depressa á próxima rotunda, ao próximo semaforo e parar..enfim.

Eu já desisti á muito tempo, só reclamo em situações limite, e não tenho paciência para andar a educar colegas de duas rodas. Ver um colega parado num semaforo e pedir para desviar para atravessar um vermelho? Mais valia chamarem-me de otário na cara!! E é que não entendem que aquela atitude não os influencia só a eles, mas que se lixe, não é? Vão bater KOM's ou treinar para outro sitio e deixem as pessoas em paz.

Desculpem o desabado mas é saturante tudo isto. Embora devo reconhecer que na generalidade e nos meus trajetos diários cada vez mais os automobilistas tomam as precauções que lhes são exigidas. Não obstante há sempre idiotas, todos os dias..
Eu também ando (quase) todos os dias na estrada com a bicicleta e é como diz o Valter, muitos não entendem que as atitudes do tipo "a estrada hoje é a minha pista de treino" prejudica toda a gente

Já disse aqui uma vez e volto a dizer. Se querem treinar à pro respeitem as regras de trânsito porque é isso que os prós fazem

Abraço
 
#16
Há dias, por ocasião do dia europeu sem carros, participei numa conferência sobre Mobilidade Sustentável, com um painel de oradores composto por doutos e conceituados investigadores, consultores, autarcas, pensadores e coisas afins...

No meio do muito de interessante (o que não quer dizer correcto) que se foi dizendo e discutindo, uma Exma. Srª. Drª. Engª. Profª pensante e experiente nestas coisas da mobilidade sustentável, e depois de nos ter elucidado com toda uma série de soluções de mobilidade urbana tão fantásticas quanto utópicas quando aplicadas à realidade portuguesa e de nos fazer acreditar, por momentos, que a senhora acreditava realmente no que estava a dizer, eis que se sai com a seguinte preciosidade: "aproveitando a presença na plateia dos senhores agentes da autoridade (comandantes da PSP e GNR locais) não posso deixar de dizer que considero o actual código da estrada uma aberração total pela forma como protege em demasia os ciclistas. É vê-los a ir a namorar aos pares a atrapalhar o trânsito!". Isto foi dito assim e aplaudido pela maioria. Confesso que me ia cuspindo todo! Não satisfeita, ainda somos brindados com algo do género "a convivência entre ciclistas e peões nas ciclovias ainda vai originar acidentes muito graves. Não se pode encher as cidades de ciclovias".

Perante isto, e depois de serem apresentados alguns indicadores sobre a utilização dos meios de transporte nas cidades portuguesas e as questões de mobilidade em que o uso do automóvel cresceu entre 2001 e 2014 da casa dos 60% para os 75% em detrimento do uso da bicicleta, do caminhar e dos transportes públicos que sofreram decréscimos acentuados em igual período (o uso da bicicleta ronda os 1% na maioria das cidades/concelhos portugueses), chega-se rapidamente à conclusão que estamos perante um grave problema de mentalidades. Somente mentalidades e educação! Escusado será dizer que estes mesmos valores invertem-se quando aplicados a um país do norte e centro da Europa, com invernos bem mais rigorosos do que o nosso. Quem apresentou estes dados confessou-se envergonhado quando os mesmos são debatidos com os restantes parceiros europeus. Ninguém percebe o porquê de num país com um clima fantástico para actividades ao ar livre termos 1% de utilizadores de bicicleta nas suas deslocações!

E isto leva-nos à questão do respeitar para ser respeitado, à educação que começa nas crianças e a políticas que não passam primeiro por construir ciclovias, mas sim por construir e moldar mentalidades.
Ricardo,

É mesmo isso, educação, civismo e bom senso! de todos!

Não deixo de concordar em parte com o comentário (e apenas) sobre as ciclovias feito pela especialista. Não basta pintar passeios de vermelho para se dizer que determinada cidade está equipada com x km de ciclovias. Isso só é feito na maioria para recolher fundos comunitários, e mais uma vez voltamos a cair no erro da falta de fiscalização na aplicação correta ou não desses mesmos fundos. Não é novidade para ninguém que certas "ciclovias" são autenticas aberrações. A minha opinião é que deviam apostar mais em ciclofaixas, que tem sido um modelo que na cidade onde vivo foi implementado e que até ao momento por experiência própria resulta em detrimento de não haver nada. Mais, o fenomeno de retirarem passeios para ser transformados em ciclovias é muitas vezes aplicado como já disse, o que eu não acho de todo correto. Cada coisa no seu lugar.

Quanto á proteção dos ciclistas, basta convida-la para dar uma volta de bicicleta, num dia de semana, ás 8h da manhã, e pode ser que mude de opinião. Contudo essa questão de andar a par na estrada...para mim é dúbio. O direito está consagrado, cada um faz o que quer dele. Se imperar o bom senso acho que não é um problema para ninguém.

Como penso muitas vezes quando chego a casa, sobrevivi a mais um dia...

Abraço
 
#17
Aqui e ali, ouço comentários avulsos cheios de sarcasmo e ressentimento. Quando se trata do gradual aumento de ciclistas na estrada, especialmente em meio urbano e quando o obstinado ciclista reivindica a rodovia como o seu meio natural, é porque está a estorvar o automobilista! Quando recorre ao expediente de circular no passeio, muitas vezes a fugir do cardoom, porque é um inconsciente, porque é perigoso e assusta o peão! Muito boa gente, para sua conveniência, recorre a argumentos capciosos, apontando o dedo aos perigos de andar de bicicleta, tentando na sua hipocrisia culpar os ciclistas de todos os problemas, sem no entanto reprovar e moralizar, repetindo os mesmos velhos chavões estereotipados, tendenciosos, generalizando o mau comportamento dos automobilistas e peões.

Muitos ciclistas de longa data adquiriram uma abordagem mais orientada para pedalar em segurança. Defendem a prática do ciclismo veicular, incentivando outros a pedalar em consonância e respeitando as regras de trânsito. Defendem a ideia da bicicleta com uma legislação mais específica no código da estrada. Defendem regras adequadas à utilização da bicicleta na via pública, mantendo a sua dinâmica num contexto que foi feito à medida para o automóvel. O exemplo é o preceito que já se verifica em outros países, a permissão da bicicleta passar o semáforo vermelho em segurança nas viragens à direita.

Mas, eis que outro tipo de “ciclista” vem à liça, o utilizador da bicicleta que não se intimida com os potenciais perigos que o seu comportamento no trânsito pode representar. Indivíduos, novos ou velhos, experientes ou não experientes, que andam de bicicleta de um modo arriscado, em locais não apropriados, sem medir as consequências das suas acções: circulam em contra-mão, pedalam erradamente nos passeios, atravessam inadvertidamente semáforos vermelhos e passadeiras. Com esse comportamento dão azo a comentários negativos e dão a entender que as ruas não foram concebidas para as bicicletas. E, a bem da verdade, muitas não foram. Assim como não foram uma grande parte das “ciclovias”. Quase todas as vias ciclaveis não passam da extensão do passeio. Outras são partilhadas, onde tanto o peão como o ciclista se sentem vulneráveis, sendo que pedalar pode ser mais perigoso que andar na estrada. Algumas pessoas censuram o ciclista que circula no passeio. Dou-lhes razão, em parte, mas custa-me aceitar que identifiquem qualquer um como o todo. Ninguém espere que todos os ciclistas vejam as coisas da mesma maneira. Um pouco de educação, respeito e boa vontade de todas as partes não faz mal a ninguém.

Partilho um excelente artigo: http://www.desportomatosinhos.pt/a-pobreza-da-educacao-e-a-bicicleta/
 
#18
Isto fez-me lembrar o caso de uns semáforos em concreto:

Vão na Marginal no vosso ritmo e os carros ativam os semáforos de limite de velocidade. Não há cruzamentos, não há peões, nada. É só mesmo para os carros pararem. Neste caso vocês param?
Eu confesso que não.

Pois acho que fazes mal!!! Não vou tentar explicar-te porque é que deves parar pois não sou policia nem qualquer outro orgão fiscalizador, mas pensa no seguinte :


Mas antes disso, uma pequena correção, não é para os carros pararem, é para todos os veiculos autorizados a circular naquela via pararem, inclusivé as bicicletas.

Vais tu na tal "marginal" como qualquer outra "marginal" que existem pelo país fora, vais tranquilo e um carro ativa o vermelho porque vinha em excesso de velocidade (para o local); em principio ele vai parar ao teu lado, ou até mesmo á tua frente, certo? Os carros que vinham a frente pararam, e tu passas, como se nada fosse.

A primeira coisa que aquele e/ou aqueles condutores vão pensar é: Estes gajos tanto reclamam e quando é para cumprir não é nada com eles... e depois mais á frente vai-se "vingar" quando tiver que te dar distancia para te ultrapassar, percebes? Pior, tu até mudaste de direção e ele vai encontrar um colega, e certamente dar um chega para lá, ser ter noção daquilo que pode provocar. Percebes que o impacto das nossas acções também se podem refletir nos outros?

Não vale a pena dizer que não deveria ser assim e tal...é a realidade, e é com essa realidade que eu, tu e todos nós vivemos neste maravilhoso país.
 

Karne

Active Member
#19
Isto fez-me lembrar o caso de uns semáforos em concreto:

Vão na Marginal no vosso ritmo e os carros ativam os semáforos de limite de velocidade. Não há cruzamentos, não há peões, nada. É só mesmo para os carros pararem. Neste caso vocês param?
Eu confesso que não.
Pergunta que faço? Se fosses de carro e fosses o 1º. O carro que ativa o semáforo está atrás de ti. Chegas ao semáforo e ele mudou para vermelho. Passavas ou paravas (de carro)????
É a fazer estas perguntas que por vezes percebemos as inconsciências (não estou a criticar) que praticamos....

Não estou a criticar apenas a fazer aquelas perguntas que nos levam a pensar.
E faço já um mea culpa para se perceber. Em comparação ao que já fiz em cima de uma bicicleta relativamente as transgressões de trânsito isto é para meninos... mas pronto, a idade vai-nos acalmando (não é que agora não faça uma ou outra....;))
 
#20
Mas antes disso, uma pequena correção, não é para os carros pararem, é para todos os veiculos autorizados a circular naquela via pararem, inclusivé as bicicletas.
.
É neste ponto que não concordo totalmente.

Quer dizer, pela lei tens toda a razão do mundo! Apenas acho que não faz sentido.

Há milhentas regras da estrada que não deviam (digo eu) ser transpostas preto no branco aos ciclistas por não fazer sentido, uma vez que são meios de transporte muitíssimo diferentes.

A ligeireza das bicicletas (em peso e na mobilidade, como desmontar da bicicleta e atravessar uma passadeira com ela ao lado, ou passar do asfalto para o passeio, por exº) não pode ser tão prejudicada com regras pensadas para automóveis, que são objectos de 1 ou 2 toneladas, a ocupar 8 m2 e a andar a 100 km/h!